Rodrigo Caio revela ter mudado sua cobrança de pênalti na hora: “Ia dar uma pancada no meio”
Rodrigo Caio revela ter mudado sua cobrança de pênalti na hora: “Ia dar uma pancada no meio”
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COLUNA DO FLA: Das mãos de Diego Alves para o pés de Rodrigo Caio, assim o Flamengo triunfou diante do Palmeiras e conquistou o bicampeonato da Supercopa do Brasil no último domingo (11). Em entrevista exclusiva aos canais ESPN, o zagueiro rubro-negro revelou a estratégia desenhada na cabeça até o juiz autorizar a última cobrança da decisão e garantiu que, apesar de não ser sua especialidade, sentiu-se seguro no momento.

– Eu não sou muito acostumado a bater pênaltis. No momento que rodaram todos os nossos batedores, ficou eu, o Arão e o Diego Alves. Quando o Michael foi para a cobrança, eu disse que bateria a cobrança seguinte. Eu me senti muito tranquilo e preparado. Mas na hora que você olha para um goleiro do nível do Weverton, você fala: ‘tenho que bater muito bem, senão ele vai pegar’.

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– No meu pensamento, eu iria bater no meio. Ia dar uma pancada bem forte no meio do gol. Quando eu olhei para o Weverton, eu tive uma convicção muito grande que ele ficaria no meio, então só sobrou o outro lado para mim -, revelou ao ‘Bate-Bola Debate’.

Tida como uma das finais mais esperadas em nível nacional, Flamengo e Palmeiras foram fieis as expectativas criadas. O empate em 2 a 2 no tempo regulamentar foi um retrato do equilíbrio entre as equipes durante os pouco mais de 90 minutos. O que não foi diferente nas disputas de pênaltis. Perdendo por 3 a 1, o Rubro-Negro conseguiu o feito histórico de virar e garantir o título por 6 a 5.

Ainda durante a entrevista, Rodrigo Caio mandou um recado ao Luan, companheiro de posição. Nesta segunda-feira (12), a Mancha Verde soltou uma nota oficial exigindo a rescisão de contrato do defensor, após falhas cruciais durante a decisão. Cabe destacar que o zagueiro já vinha sendo questionado por torcedores.

– O Luan é um amigo que eu tenho no futebol. É um grande zagueiro. Não é por acaso que ele está no Palmeiras e foi campeão olímpico. A mensagem que eu deixo para ele é que ele continue trabalhando. Muitas vezes as coisas não dão certo, a gente é cobrado por isso, mas o mais importante é a gente acordar todos os dias com muita garra para que a gente possa trabalhar e corrigir os detalhes. Tenho certeza que ele vai dar a volta por cima.

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