Landim vê mosaico do Fluminense como inveja: “No fundo, queriam estar comemorando nossos títulos”
Landim vê mosaico do Fluminense como inveja: “No fundo, queriam estar comemorando nossos títulos”
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GOAL: A final do Campeonato Carioca entre Flamengo e Fluminense ficou marcada pela movimentação nos bastidores e as provocações nas arquibancadas, com os mosaicos organizados pelas torcidas. Para a grande decisão, os Tricolores preparam um material com os dizeres: “orgulho de não ser como vocês”. Os Rubro-Negros, por sua vez, responderam com: “hegemonia”.

Internamente, no entanto, o mosaico do Fluminense deixou alguns dirigentes do Flamengo incomodados e boa parte dos Rubro-Negros nas redes sociais. Vale ressaltar que, durante as últimas semanas, os dois clubes brigaram por conta da possibilidade da presença de público na final do Estadual.

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O Flamengo defendeu o retorno do público e o Fluminense se posicionou completamente contrário. Questionado sobre a provocação Tricolor, o presidente rubro-negro, Rodolfo Landim, encarou com naturalidade mas fez uma provocação:

“Mais um, orgulho mais do que nunca de ser Rubro-Negro. São 42 milhões que eu espero que tenham muito orgulho por esse time, pelo o que ele está conquistando. a gente tem vencido tudo, se a gente for ver nesses últimos três anos a gente tem conquista todos os títulos, é natural que os outros times fiquem com inveja. No fundo eles gostariam de estar comemorando os títulos que a gente está comemorando”.

Landim também comentou rapidamente sobre a negociação com o Olympique de Marseille por uma possível venda de Gerson, mas despistou.

“Eu não sei, vocês perguntem para o Spindel e o Braz. Eu não sei o que está acontecendo, eles só falam comigo quando chega perto da hora de assinar as coisas. O Gerson é um grande jogador, a gente ama ele, a gente espera que ele tenha um futuro enorme no Flamengo. Mas o Flamengo também é um lugar que a gente quer que os jogadores sejam felizes, a gente tem que pensar na carreira das pessoas, claro que ajeitando com as necessidades do todo, mas a gente tem que pensar assim”.

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