Flamengo usa vitrine para a Seleção para atrair Kenedy
Flamengo usa vitrine para a Seleção para atrair Kenedy
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GOAL: O Flamengo ainda está um pouco ‘tímido’ no mercado na busca por reforços: a diretoria não esconde o desejo de dar novas peças ao técnico Rogério Ceni, mas deixa claro que a ideia é aproveitar oportunidades e evitar grandes investimentos. Foi assim que o nome de Kenedy, do Chelsea, entrou em pauta no clube.

Aos 25 anos de idade e sem oportunidades no atual campeão da Champions League, Kenedy agrada boa parte da diretoria rubro-negra, que vê com bons olhos a possibilidade de trazer o jogador por empréstimo. Para convencer o ex-Fluminense e o próprio Chelsea, que deseja empresta-lo novamente para um clube na Europa após a passagem mais recente pelo Granada, o Flamengo argumenta que ele pode recuperar prestígio e chegar até a seleção brasileira, como Gabigol e outros nomes do clube que ganharam vitrine nos últimos anos.

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Apesar da “guerra” com a CBF nos bastidores, o Flamengo entende que é a melhor vitrine no Brasil para um jogador que quer se reinventar e entrar nos holofotes da seleção brasileira, e utiliza isso para atrair reforços. Na tentativa de “conquistar” Kenedy e o próprio Chelsea, o clube carioca tem no empresário do atleta, Evandro Ferreira, um grande parceiro: o agente também vê com bons olhos o retorno de seu cliente ao Brasil.

Ainda sem compromisso, o Flamengo abriu as portas do Ninho do Urubu para que Kenedy se recupere de uma lesão que sofreu no tornozelo. No entanto, o jogador ainda depende de uma liberação do Chelsea para aproveitar as instalações do CT rubro-negro.

Kenedy desembarcou na Inglaterra em 2015, contratado junto ao Fluminense, e era tido como uma grande promessa. O brasileiro não conseguiu se firmar nos Blues e foi emprestado para Newcastle, Getafe e Granada. Na última temporada, com a camisa do Granada, ele participou de 44 jogos e anotou oito gols. Caso o time espanhol quisesse exercer a compra definitiva do jogador, teria que desembolsar pelo menos 8 milhões de euros (R$ 47 milhões, na cotação), mas não quis manter o brasileiro.

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