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“É o fim do futebol”, diz dirigente Flamengo sobre retaliação da CBF

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Em jogo fraco tecnicamente, Flamengo e Vasco se enfrentaram no Maracanã, pelo Brasileirão. O Mais Querido abriu o placar com Vinicius Junior, mas logo sofreu o empate. A partida se arrastou com esse resultado até o apito final. Pouco antes de terminar o embate, Ricardo Marques Ribeiro, árbitro do jogo, expulsou quatro jogadores, sendo dois do Mengão: Rhodolfo e Cuéllar. Na zona mista do estádio, Ricardo Lomba, atual vice-presidente de futebol, falou com a imprensa sobre diversos temas. Dentre eles o futuro de Paolo Guerrero:

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— Isso aí a gente vai analisar se alguém vai lá representar o Flamengo, dar algum apoio. A gente acredita na inocência do jogador, sempre confiou muito nele, fazia parte dos nossos planos, mas a gente tem que acatar a decisão que foi tomada. Enquanto não for revertido (a decisão), infelizmente não podemos contar com o jogador. O contrato vai até dia 10 de agosto. A informação que nós tivemos do setor jurídico é que com este tipo de pena aplicada, há essa suspensão de contrato. A gente lamenta. Sobre uma possível renovação de contrato… O atleta só pode jogar em janeiro. A gente tem que postergar e torcer para que ele consiga algum sucesso agora na Suíça, mas por enquanto a gente só lamenta pelo fato de não poder contar com o atleta.

Lomba aproveitou para falar sobre possíveis contratações e, ao ser abordado sobre André-Pierre Gignac, o francês que atua no futebol mexicano, abriu o jogo sobre a real situação de negócio entre o Flamengo e o atleta:

— A saída de jogadores desse nível (Guerrero) sugere que a gente pense em algum tipo de contratação, algum reforço para a equipe. Nós vamos analisar. Com calma, a gente vai trabalhar isso para ver o que a gente decide. A gente acha (o Gignac) um bom jogador, mas não teve absolutamente nada.

Veja outros pontos:

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MAURICIO BARBIERI

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“Particularmente essa situação de interino, eu nãos ou muito adepto porque ele é o treinador que está à beira do campo, que escala, que faz as substituições e no dia-a-dia está a frente da equipe treinando. O fato de ser interino ou não, não tem muita relevância, uma vez que você tem casos de treinadores que são efetivos, mas são substituídos em um curto espaço de tempo. Acho que temos que apoiar enquanto ele estar a frente, a gente acredita no trabalho dele. Está numa performance muito boa e vamos dar seguimento ao trabalho dele”.

ERROS DE ARBITRAGEM

“Eu acho muito triste a gente ter que, após um jogo, um clássico como esse, Flamengo x Vasco, ter que estar falando de arbitragem. Eu tenho certeza que o adversário não está contente com o que aconteceu hoje. Não acredito em má intenção. Eu acho, simplesmente, que o árbitro é ruim. Não é talhado para exercer este tipo de atividade. Enfim, enquanto escalarem ele nos jogos, vamos ter que aceitar. Curiosamente é um árbitro mineiro para a gente que está disputando a liderança do campeonato com o Atlético Mineiro, próximo jogo lá em Minas… Quer dizer, eu acho até que faltou um pouquinho de habilidade. Acho que a gente deveria evoluir para uma discussão um pouco mais de alto nível, um pouco mais densa, que é o motivo de não ter ainda o árbitro de vídeo em ação. Se a gente for olhar o que aconteceu hoje, é mais uma prova de que não dá para ficar aceitando, simplesmente, o que o árbitro decide”.

VOTAÇÃO PARA PRESIDENTE DA CBF

“Eu acho que, se por acaso, isso pode tangenciar uma realidade (diferença de tratamento der acordo com o que aconteceu na votação para novo presidente da CBF), é assustador. O Clube da grandeza do Flamengo, fazendo o que vem fazendo no ponto de vista administrativo e de gestão, ficar sujeito a “se você vota de um jeito, você tem um tratamento desta forma, se vota de outro jeito, olha, será prejudicado”, se for isso, realmente é o fim do futebol. É melhor todo mundo voltar pra casa e acabar com esse negócio. O que eu acho é que há árbitros que são ruins, isso acontece em todas as profissões e no futebol também. Tivemos um exemplo hoje, num clássico dessa grandeza”.

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